A conhecer

Descubra a plataforma que pretende: representar; formar e informar todos os Jovens Madeirenses de Ensino Superior

Ano/ Mês da sua criação? 

A construção do projeto iniciou-se em meados de 2020 sendo que o lançamento do nosso trabalho e as nossas redes ao público deu-se em Julho de 2020.

Qual é a origem do nome?

O nome For UM we Connect pode ser desconstruído tendo em conta os objetivos finais de atuação. A palavra “UM” é referente aos Universitários Madeirenses e a palavra “Connect” advém da conexão, união e ligação que queremos estabelecer entre todos os jovens e estudantes madeirenses. A união das palavras “For” e “UM” resulta em “Forum”; um forum de partilha de ideias, pontos de vista, experiências e realidades. E, por fim, é pelos Universitários Madeirenses, jovens e estudantes que nos conectamos. 

O que motivou a sua criação? 

O projeto surge devido a uma lacuna que ainda existia na Região Autónoma da Madeira. A inexistência de uma plataforma/entidade jovem que tivesse os jovens e estudantes madeirenses como foco, facultando meios e ferramentas necessárias para o seu desenvolvimento, quer a nível pessoal quer a nível profissional, permitindo, da mesma forma, com que estes se sintam ouvidos e representados ao longo de todo o seu percurso. 

Em que consiste o vosso projeto e objetivos? 

O nosso projeto consiste na organização de eventos e desenvolvimento de diversas iniciativas, projetos e plataformas, na produção e divulgação de informação útil e pertinente, bem como na organização de debates e outras formas de congregação de jovens dedicadas à  promoção de uma cooperação e desenvolvimento comum. O projeto está assente em 3 pilares fundamentais: a informação, a formação e a representação dos jovens e estudantes madeirenses numa perspetiva de acompanhamento do seu percurso académico e social, tornando-os mais capacitados e interventivos no contexto regional, nacional e europeu. 

Se pudessem dizer algo aos madeirenses, o que diriam? 

Diríamos para se envolverem mais na realidade que os rodeia seja a nível social, cultural, ambiental. Para se manterem informados, buscarem informação, para se formarem constantemente, para complementarem o sistema educativo que, muitas vezes, é demasiado linear, com projetos, iniciativas e experiências. Que tenham assente que o nosso percurso somos nós que o construímos e nunca há um caminho exato e único a seguir. E, por fim, para agirem como agentes ativos de mudança, não terem medo de intervir nas causas que os movem e lutarem pelo seu futuro e por um mundo mais saudável, igualitário e empático. 

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